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Sejam bem vindos ao meu pequeno espaço

Sejam bem vindos, a todos que amam estar na presença de Deus como eu, aqui eu postarei tudo que poderá ajuda-los a ficar mais capacitado e ajudar em nosso ministério.
Ajuda-me sempre que precisar de algo pode me mandar um recadinho que ai eu tentarei de alguma forma ajudar a vc e a todos que precisarem.
Minha meta é atingir um alvo, o seu coraçãos e assim propagar a palavra de Deus através do ministério que Deus me capacitou e ainda esta me capacitando, pois eu sei que se cumprirmos o "IDE" de Deus, ai sim estaremos sendo diferentes e fazendo a diferença neste mundo ao qual Ele criou.

terça-feira, 30 de março de 2010

Paciência


“Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás.” Ec 11.1

Não devemos contar com um prêmio imediato para todo o bem que fizermos; nem devemos tampouco limitar os nossos esforços aos lugares e às pessoas que pareçam dar-nos uma recompensa pelos nossos trabalhos. O egípcio deita a sua semente sobre as águas do Nilo, o que talvez nos pareça um desperdício completo de trigo. Todavia a seu tempo a inundação baixa, o arroz ou qualquer outro grão penetra no lodo fértil e, rapidamente, produz a colheita. Façamos bem hoje aos ingratos e aos maus; ensinemos os indiferentes e rebeldes; as águas que oferecem poucas probalidades talvez cubram terrenos que prometem muito. O nosso trabalho para o Senhor nunca será em vão, seja onde for.

Pertence-nos lançar o nosso pão sobre as águas; é de Deus o cumprimento de Sua promessa: “o acharás”. Ele não faltará ao que prometeu. A Sua boa Palavra que temos falado viverá e será achada por outros. Talvez não no momento que prevíamos, porém um dia segaremos o que houvermos semeado. Teremos que exercer muita paciência, e mesmo talvez o Senhor a exercite: “depois de muitos dias”, diz a Escritura e, em muitos casos, esses dias transformam-se em meses e anos. Não obstante a Palavra permanece verdadeira. A promessa de Deus se cumprirá. Procuremos nós cumprir o preceito, e cumpri-lo neste dia. (C.H. Spurgeon).

Para mim foi inspiradora esta meditação do grande pregador Spurgeon, e quis reparti-la com você. Se posso me atrever a acrescentar algo aos escritos do “príncipe dos pregadores”, compraria a evangelização de crianças ao “lançar o pão sobre as águas”. O resultado talvez apareça somente muito mais tarde mas, se obedecermos ao Senhor cumprindo nossa parte em lançar o pão, ele certamente cumprirá sua promessa: “Depois de muitos dias o acharás.

ENSINO Á CRIANÇA SALVA

  • Se existe maior alegria para o professor de crianças que o de ganhar seus alunos para Cristo, é ver em suas vidas as evidências da regeração e verificar que elas estão crescendo espiritualmente.

    A responsabilidade do professor não termina quando seu aluno aceita Cristo como salvador; pelo contrário, ela aumenta, o “bebê em Cristo” necessita de um cuidado todo especial. O apóstolo Paulo, escrevendo a seus filhos na fé, em Gálatas 4. 19, exclama; “meus filhos, por quem de novo sofro as dores de parto até ser Cristo formado em vós”.

    O crescimento espiritual virá através do conhecimento da Palavra de Deus, o “genuíno leite espiritual” (1Pedro 2.2). A criança salva deve aprender a aplicar a Palavra ás suas próprias experiências e necessidades diárias.

    Os primeiros ensinos à criança que aceita Cristo:

    1. Certeza da salvação:
    Todo recém nascido na família de Deus necessita saber que seus pecados foram perdoados e que ele é aceito por Deus. A base da sua certeza da salvação deve estar na Palavra de Deus e não em sentimentos pessoais. Versículos que poderão ser usados para demonstrar a certeza da salvação; 1Jo 5. 11, 12; João 5. 24; Ap3.20; Hb 13.5, dentre outros. (O professor deve pedir a direção de Deus quanto ao versículo que deve usar; a criança ficará confusa se mostrar-lhe muitos textos de uma só vez).
    A Criança deve aprender que ela não precisa atender mais que uma vez ao apelo de aceitar a Cristo como seu salvador pessoal. Uma vez tendo-O recebido como Salvador, Cristo permanece sempre conosco (Hb 13.5b). Se a criança continuar a levantar a sua mão cada vez que o apelo for feito, o professor deverá conversar com ela para verificar se ela não recebeu a certeza da salvação, se deseja repetir uma experiência agradável ou e há outro motivo.

Evangelização e Discipulado com Crianças


Marilene do Amaral Silva Ferreira

  • Fazer que as crianças recebam verdadeiramente a Jesus Cristo como Salvador, baseadas em um conhecimento claro da mensagem do evangelho, deve ser a nossa maior preocupação. Jesus disse: “Deixai as crianças e não as impeçais de virem a mim, porque de tais é o reino dos céus” (Mt 19.14).

    Ao mesmo tempo, precisamos reconhecer que podemos sutilmente influenciá-las ou mesmo pressioná-las a fazerem “uma decisão” de seguir a Cristo, fundamentadas na tentativa de agradar os homens e não a Deus. A conseqüência disto é séria e, com o tempo, trará mágoas para todos os envolvidos. Por esta razão, após termos ensinado o evangelho à criança, devemos gentil e cuidadosamente deixá-la ciente de que, se desejar conhecer mais sobre a salvação, sempre ficaremos felizes em ajudá-la. Nossa responsabilidade é encorajar as crianças a virem a Jesus, enquanto ainda são crianças. Entretanto, a salvação pertence ao Senhor, e devemos aguardar pacientemente pelo tempo de Deus. Se, porventura, a criança mostrar verdadeiro interesse pelas coisas de Deus, e demonstrar em sua vida, evidências da graça transformadora através da convicção e do arrependimento de pecado, através do amor por Cristo, através de um desejo de viver para agradar a Deus e da vontade de seguir fielmente a Cristo apesar do preço, então alegre-se! Essa criança provavelmente foi salva.

    Se isto for verdade, como nova criatura, essa criança será capacitada pelo Espírito Santo a viver de modo que dê mais prazer a Deus. Encoraje-a e ore com ela para que Deus a faça crescer na fé, no amor, no entendimento e na santidade e na obediência à vontade dele revelada na Bíblia. [1]

    Partindo destes pressupostos, podemos considerar alguns aspectos importantes do evangelismo e discipulado infantil.


    Como podemos definir CONVERSÃO? [2]

    1. A regeneração definida: Segundo Louis Berkhof, a “regeneração é o ato de Deus pelo qual o princípio da nova vida é implantado no homem, e a disposição dominante da alma é tornada santa, e o primeiro exercício santo desta nova disposição é assegurado”. A linguagem da regeneração reflete as idéias de “nascimento” (Jo 1.13; Tg 1.8), e “criação” (2Co 5.17). O ator, na regeneração, é Deus. É um evento que é passivo da parte do homem.

    Como acontece a regeneração? A regeneração é uma operação divina no coração morto. É uma mudança radical da natureza da pessoa, um fato que é evidente por causa da linguagem usada para distinguir entre a pessoa antes da conversão: “Espiritualmente morto” (Ef 2.1), cego, ignorante, de coração duro (Ef 4.18), escravo do pecado (Jo 8.34, Rm 6.17,19), no poder das trevas (Cl 1.13), incapaz de entender as coisas espirituais (1Co 2.14), incapaz de mudar-se a si mesmo (Jr 13.23) e impuro (Tt 1.15). Os regenerados são caracterizados por serem o contrário dessa descrição dos perdidos. Sendo uma operação de Deus, a regeneração não é resultado do desempenho da vontade humana (Jo 1.13).

    O contexto da regeneração: Deus prepara as pessoas para serem convertidas. Deus escolheu a pregação da Palavra como o meio através do qual ele salva pecadores (1Co 1.21). É necessário que os perdidos ouçam o evangelho para que possam receber a Cristo e serem salvos (Rm 10.9-11). A pregação é a vocação, ou chamada, externa que deve ser publicada para todas as pessoas. Antes da regeneração, sob a influência da pregação, a pessoa recebe a chamada de Deus (Jo 6.44). Essa é uma chamada interna, o toque do Espírito Santo no coração do pecador. É a aplicação da Palavra pregada na alma da pessoa. O Espírito Santo convence o pecador do pecado (Jo 16.8) e o regenera, produzindo a fé em Jesus (a conversão).

    2.A conversão é uma experiência humana, e, também, um evento espiritual. Mas é distinta da regeneração porque a pessoa tem um papel ativo na conversão. J. P. Boyce, o fundador do Seminário Batista do Sul nos Estados Unidos, definiu a conversão com os seguintes elementos: 1) Não é apenas uma reforma exterior. 2) É quando o coração se volta para Deus em santidade. A conversão é uma virada dos pensamentos, desejos e emoções do coração de cobiças e prazeres carnais e pecaminosos para coisas santas, do poder de Satanás para Deus. A conversão, então, consiste em: • Conhecimento do Deus verdadeiro e a aceitação dele como tal.
    • Conhecimento do pecado pessoal, da culpa e da condenação.
    • Tristeza do pecado e um desejo de fugir da condenação.
    • Determinação de abandonar o pecado e buscar a Deus.
    • Convicção da necessidade pessoal de ajuda para cumprir isso.
    • Conhecimento de Cristo como o Salvador dos nossos pecados.
    • Confiança pessoal em Cristo e na sua salvação.

    A conversão é representada pelas palavras epistrepho e metanoia, que funcionam para descrever uma meia-volta no pensamento e no viver. Epistrepho (conversão) “inclui uma mudança de senhores”. A pessoa que estava sob o senhorio de Satanás, começa a viver sob o senhorio de Cristo (Ef 2.1). É uma virada da vontade humana para Deus. Metanoia é usada no NT para significar “dar uma meia-volta”, não só nos pensamentos, mas em todos os aspectos da vida. A conversão é uma mudança total nas inclinações e na direção da vida. [3]

    3. A conversão, então, inclui tanto o arrependimento como a fé. Sobre o verdadeiro arrependimento (que não deve ser confundido com remorso: 2Co 7.10), podemos destacar as seguintes características:

    • Percepção da santidade de Deus e quão horrível o pecado é.
    • Tristeza e um sentido de ficar revoltado consigo mesmo.
    • Desejo de fugir do pecado em si, e não apenas da penalidade do pecado.
    • Virada para Deus com uma atitude de dependência total para ser liberto do pecado.
    • Remorso pelos pecados passados e uma determinação de viver para Deus
    • O resultado é uma vida mudada. O significado da palavra fé é basicamente “crer” e “confiar”. A fé tem pelo menos três elementos, indicados por três palavras latinas: • Notitia quer dizer o conhecimento intelectual dos fatos. A fé bíblica é sempre a crença em proposições racionais. Não existe fé sem a parte intelectual. Por outro lado, o que é irracional, não pode, propriamente, ser objeto da fé bíblica. Em tempo algum, a Bíblia exige que creiamos em algo irracional. Para crer em Cristo e ser salva, a pessoa tem que conhecer pelo menos alguma informação sobre o evangelho. • Assensus é a convicção de que os fatos ou proposições que compõem o evangelho são verdadeiros. Além de conhecer os fatos que a Bíblia ensina sobre o plano da salvação, o pecador precisa concordar que esses fatos correspondem à realidade. • Fiducia é a confiança que leva a pessoa a colocar a sua vida nas mãos de Deus. Isso quer dizer que a pessoa assume um compromisso com o evangelho e com Cristo. Para ser crente verdadeiro, a pessoa tem que deixar de depender de si, e confiar totalmente em Deus para ser salva. John Murray afirmou: “A fé é auto-denúncia; as obras são auto-congratulatórias.” A fé pode ser comparada com um enfermo tomando remédio que o médico receitou, ou como um mendigo que estende suas mãos para receber uma oferta. A fé não é o fundamento da salvação, mas o meio de recebê-la (Rm 3.25,28,30). A fé é vista como o meio pelos quais Cristo e Sua justiça são imputados. Se a fé fosse a base da justificação, a fé seria, com efeito, uma obra meritória; e a mensagem do Evangelho seria, depois de tudo, meramente uma nova versão da justificação pelas obras, doutrina considerada irreconciliável com a graça (Rm 4.4; 11.6; Gl 4.21-5.12).
    Algumas questões para reflexão: 1) Como a criança entende o pecado?

    Para a criança: • Primeiro, pecado é tudo que é proibido.
    • Depois, ela entende que imoral é todo comportamento que magoa os outros.
    • Finalmente, ela entende que pecado é o que ofende a Deus, por causa dos motivos que são errados.(A consciência de escolha desenvolve, quando a criança começa a raciocinar - “por que fiz aquilo?” Ela escolhe o errado conscientemente.)
    2) Como saber se a criança já está pronta para entender o plano de salvação?
    • Conhecendo e convivendo com a criança! É preciso estar constantemente com a criança, conhecendo seu desenvolvimento e características próprias. 3) Quais são os resultados de uma decisão “forçada”?
    • Dúvidas
    • Decisões repetidas
    • Pensamento de que é convertida quando não é, está apenas convencida.
    • Dispensa da atuação do Espírito Santo
    • Natimorto (espiritual) 4) Por que as crianças fazem decisões repetidas?
    • Desejo de repetir uma experiência agradável.
    • Desejo de agradar os outros.
    • Foi persuadida ou convencida, mas sem a atuação do Espírito Santo.
    • Não entende a permanência da salvação.
    • O problema da culpa e pecado. 5) Como ajudar os pais que estão preocupados com a salvação de seus filhos?
    • Ofereça literatura adequada (veja as sugestões bibliográficas).
    • Esclareça alguns pontos duvidosos:1. Batismo é somente um símbolo, que não salva ninguém.
    2. Para ser um crente, a criança tem que receber Jesus como Salvador e Senhor de sua vida. Não basta dizer frases como:

    Eu amo Jesus.
    Quero ser batizado.
    Quero tomar a Ceia do Senhor.
    Não quero ir para o inferno.
    Preciso ser perdoado.
    Deus me ama.
    Quero ir para o céu.

    3. A criança pode ter uma vida religiosa e experiências religiosas, antes de ser um cristão verdadeiro, antes de receber a salvação.
    4. Crianças são capazes de usar uma linguagem religiosa (“evangeliquês”) e fazer muitas perguntas sobre a salvação, sem entender ou ter interesse em ser salvo.

    • Oriente para que reconheçam os sinais de que as crianças estão sob convicção:
    1. Fazendo perguntas: Sou um crente? Por que as pessoas são batizadas? Tenho pecados? Posso dar meu coração a Jesus? O que acontecerá comigo depois que eu morrer? Por que Jesus morreu? O que é pecado? etc.
    2. Mudando subitamente seu comportamento.
    3. Sentindo muito medo.
    4. Demonstrando um interesse intenso pela Bíblia e coisas religiosas.

    • Explique o quanto é importante respeitar as capacidades individuais da criança.

    Algumas sugestões para o evangelismo infantil: 1) Quando evangelizando:
    • NÃO tente ser Deus - é o Espírito Santo quem convence as pessoas do pecado.
    • NÃO ofereça brindes ou prêmios.
    • NÃO enfatize o medo ou o inferno.
    • NÃO pressione o grupo.
    • NÃO insista em que a criança faça uma oração repetida ou memorizada.
    • NÃO manipule as crianças com perguntas que sugerem uma determinada resposta: Quer aceitar a Jesus? Você quer ir para o inferno? Você vai confessar Jesus como seu Salvador? 2) Quando evangelizando:
    • Tenha um relacionamento íntimo com as crianças.
    • Incentive as crianças a expressarem seus pensamentos, dúvidas e decisões em suas próprias palavras. Algumas perguntas que podem ser feitas: Há quanto tempo está pensando sobre este assunto? O que entende sobre a salvação? Por que quer ser salvo? O que Jesus quer que você faça agora? Como vai explicar aos seus amigos o que aconteceu hoje?
    • Apresente o plano de salvação, usando a Bíblia na Linguagem de Hoje, pois tem um vocabulário mais acessível às crianças.
    • Esclareça conceitos, corrigindo idéias erradas.
    • Incentive a criança a falar com Jesus pessoalmente, usando suas próprias palavras.
    • Continue a trabalhar com a criança depois de sua decisão por Cristo.
    • Não fale: “Você está salva agora!”. Deixe a criança confirmar por conta própria o que aconteceu com ela. 3) Depois que a criança receber a salvação:
    • Converse com os pais.
    • Verifique se a criança tem uma Bíblia e se sabe usá-la.
    • Arrole a criança em uma classe de discipulado, de preferência ao nível de entendimento dela.
    • Ore constantemente pela criança.
    • Providencie um “orientador” espiritual para a criança.
    • Providencie material para ser usado em casa, com o objetivo de ajudá-la no início da vida cristã. Preparando uma mensagem para crianças [4] 1. Lembre-se que você está falando com crianças! Use um vocabulário apropriado. Todas as idéias devem ser bem concretas, evitando simbolismo absoluto. As crianças precisam ouvir o evangelho também. Elas precisam de uma mensagem clara, breve, concreta e viva! Não fale muito. O ideal é falar de 5 a 7 minutos. Você terá que planejar bem cada palavra. 2. Evite o uso de lendas, contos de fada e até o uso constante de histórias morais. É melhor usar mensagens bíblicas. Como você se sentiria se o pastor somente pregasse usando ilustrações e nunca a Bíblia? 3. Planeje bem como pode iniciar a mensagem, porque assim vai conseguir (ou não) a atenção das crianças. A criança precisa de ajuda para ligar a idéia central da história com sua vida. Para iniciar a mensagem, você pode usar um objeto, um recurso visual, uma pergunta, uma experiência, etc. Se usar um recurso visual, deve ser visível para todos. Não adianta nada usar algo tão pequenino que ninguém pode enxergá-lo. Se usar um objeto, deve ser algo concreto (como uma Bíblia, quando está falando sobre a importância da leitura dela). Nunca use um objeto para simbolizar um conceito (por exemplo, usar um espelho para mostrar que refletimos o amor de Deus). Evite usar coisas extravagantes que vão desviar a atenção da criança pelo resto da mensagem (por exemplo, um cachorrinho que permanece na sala). 4. Depois que iniciar a mensagem, de um modo ou de outro, tente relacionar estas coisas ao mundo da criança. Faça a criança pensar sobre o assunto em relação à vida dela. Cuidado para não moralizar ou falar com um ar superior! Há uma grande diferença entre esta atitude e a idéia de entrar no mundo da criança!

    5. A mensagem deve ter um tema central. Não é certo escolher uma história para contar e depois tentar achar “a moral” da história. Deve determinar seu tema e escolher um texto que ilustre o conceito! Nem sempre é necessário contar uma história. 6. Use gestos, linguagem viva, pausas, diálogo, uma voz variada, expressões faciais etc., para fazer a mensagem viver. 7. Use uma variedade de métodos: Pantomima, monólogo, drama, fantoches, entrevistas, ilustrações etc. Mas evite simplesmente alegrar as crianças.
    Dez estilos de sermões para crianças [5] Uma vez que alguém já ouviu as palavras de Jesus “Deixai vir a mim os pequeninos” e já viu os rostos das crianças e a resposta da congregação durante uma mensagem para as crianças, o valor da pregação para os pequeninos é óbvio. Ainda assim, a pregação para as crianças é uma matéria negligenciada nos seminários. Sentimos, por instinto, que a arte de falar com as crianças é diferente da pregação para os adultos. Temos razão, mas ficamos perdidos depois desta conclusão. Quero oferecer algumas sugestões práticas. Todos sabem que as crianças aprendem de maneiras diferentes dos adultos. Um dia no pré-escolar é diferente de um dia na faculdade. Quando falamos com as crianças é necessário usar os tipos de técnicas de ensino que aproveitam seu estilo de aprendizagem. Por exemplo, as crianças têm a tendência de pensar mais concretamente que os adultos, e por isso muitos tentam pregar para elas usando objetos (apesar do fato de que muitas mensagens assim são abstratas demais para as crianças). Eu creio, infelizmente, que a maior parte das mensagens para as crianças está viciada no uso de lições com objetos. Nós, que pregamos para os adultos, sabemos que há uma variedade de estilos de pregação para adultos: tópicos, exposição, três pontos, doutrinas, histórias, monólogos, etc. Nós variamos e misturamos nossa apresentação para manter o interesse. Este mesmo princípio se aplica aos sermões para as crianças, apenas usando outros métodos de acordo com o estilo de aprendizagem das crianças. Segue uma descrição de dez estilos de sermões para as crianças que podemos usar.
  • 1) Lição com objetos: Não é o único estilo, mas é um estilo. É quando usamos um objeto comum para ensinar um princípio espiritual. Jesus usou este método. Ele falou sobre cobras, flores, passarinhos etc. Relacionado a este método está o uso de uma atividade para ilustrar um ponto (por exemplo, ensinar a confiar em alguém através da atividade de andar de olhos vendados).
  • 2) História da Bíblia: É possível tentar ser tão criativo que esquecemos o fato de que a própria Bíblia tem muitas histórias interessantes sobre a nossa fé, e que as crianças precisam e gostam de ouvir estas histórias. De vez em quando, eu levo várias gravuras e deixo uma criança escolher a história que será contada.
  • 3) Fantoches: Experimente! É fácil usar fantoches caseiros, aproveitando os jovens e/ou adolescentes para ajudar na manipulação deles. Você mesmo pode criar as peças, ou pedir aos jovens para fazerem a peça. Duas pessoas segurando um lençol formam um teatrinho.
  • 4) Flanelógrafo: Pode comprar figuras para flanelógrafo já prontas, ou colar lixa ou feltro ou papel camurça no verso de qualquer figura. Você pode contar uma história, ilustrar uma mensagem, explicar um conceito. Quase qualquer assunto pode ser ensinado com o flanelógrafo.
  • 5) Música: As crianças gostam de cantar, e os adultos gostam de ouvir. Use uma seleção de cânticos ou hinos, para ensinar um conceito ou ilustrar uma idéia.
  • 6) Explicação dos símbolos da igreja: A igreja está cheia de símbolos que as crianças não entendem. Leve as crianças até o batistério e explique como ele é usado. Mostre a mesa para a ceia e dê uma explicação do seu uso. Aproveite os símbolos e objetos que estão no santuário.
  • 7) Drama: As crianças podem participar da mensagem, enquanto você narra. Uma vez contamos a história de Jesus acalmando a tempestade. Escolhi várias crianças para serem os discípulos. Uma outra era Jesus. Enquanto eu descrevi o que estava acontecendo, as crianças dramatizaram as ações. Os resultados são imprevisíveis, mas também inesquecíveis.
  • 8) Atividades/diálogos: Nestas mensagens, as crianças são incentivadas a pensar e a responder. Jesus usou este método. Lembra quando ele contou a história do Bom Samaritano? Depois ele perguntou: “Quem era o próximo?”
  • 9) Trilha sonora: Estas mensagens são divertidas, mas barulhentas. Você conta a história, e as crianças, ou vários grupos, fazem o som apropriado para acompanhar a narração da história.
  • 10) Celebrações especiais: Este tipo envolve as crianças nos dias especiais na vida da igreja. Por exemplo, para o dia de Pentecostes, pode providenciar um bolo de aniversário e deixe as crianças cantarem “Parabéns para a Igreja”.
  • O Evangelho para crianças [6] O livro que tem o nome acima apresenta de maneira simples o evangelho de Jesus Cristo para crianças de qualquer idade. O livro consiste em seis capítulos, onde há várias declarações doutrinárias concernentes ao assunto daquele capítulo (que serão apresentadas a seguir), além de outras suplementares, mencionadas abaixo de cada declaração doutrinária, todas acompanhadas de base bíblica.

    1) Deus • Ninguém é tão grande como Deus.
    • Deus criou todas as coisas
    • Deus controla todas as coisas a cada dia.
    • Deus criou cada um de nós.
    • Nós pertencemos a Deus.
    • Visto que fomos criados por Deus, ele nos manda obedecê-lo.
    • Ele nos manda adorá-lo.
    • Ele nos manda servi-lo.
    • Ele nos manda glorificá-lo.
  • 2) A Bíblia

    • A Bíblia é o meio pelo qual Deus fala conosco.
    • A Bíblia diz como o homem se rebelou contra Deus e como ele enviou seu Filho para salvar pecadores perdidos.
    • A Bíblia é o verdadeiro guia para o céu.
    • A Bíblia nos ensina como viver para agradar a Deus.
  • 3) O Pecado

    • Pecado é viver para agradar a si mesmo e não a Deus.
    • Deus fica irado quando não fazemos tudo o que ele nos manda.
    • Todos pecaram e não podem satisfazer as exigências de Deus para entrar no céu.
    • Deus é um juiz justo e severo.
    • O castigo de Deus para o nosso pecado é a morte e o sofrimento eterno no inferno.
    • Somos incapazes de pagar a Deus por nossos pecados.
    • A boa notícia é que Deus nos oferece um caminho para sermos salvos.
    • Se aceitarmos a sua oferta iremos para o céu um dia.
  • 4) Jesus

    • Jesus é o amado Filho de Deus.
    • Jesus veio ao mundo para morrer pelos pecadores e salvá-los do inferno.
    • Jesus foi homem como nós.
    • Embora tenha sido tentado como nós, ele nunca pecou.
    • Jesus espontaneamente tomou sobre si o castigo que merecíamos pelos nossos pecados.
    • Toda ira e castigo que Deus tinha para os pecados daqueles que crêem foi lançado sobre Jesus.
    • Jesus ressuscitou dos mortos.
    • Jesus subiu ao céu.
    • Jesus voltará em breve.
  • 5) Arrependimento e Fé

    • O perdão que Deus nos oferece é recebido por meio de arrependimento e fé.
    • Arrependimento significa virar as costas para a nossa vida egoísta e pecaminosa.
    • Fé significa crer e descansar somente no Senhor Jesus Cristo.
    • Temos de aprender a colocar toda a nossa confiança em Jesus. 6) Considerando o preço

    • Antes de seguirmos a Jesus devemos considerar o preço.
    • Seremos perseguidos.
    • Aqueles que seguirem a Jesus terão uma vida abundante e feliz neste mundo e desfrutarão as indescritíveis maravilhas do céu, na vida futura.
    Como podemos discipular as crianças? É necessário que nós preparemos as crianças para a vida cristã.[7] O discipulado não é um processo imediato, instantâneo. Ele exige dedicação, exige tempo. E, para isto, nós precisamos de alvos muito claros em nossa tarefa. Nós não podemos realizar alguma coisa se não sabemos o queremos realizar. Podemos destacar alguns alvos amplos nesta área:
  • 1) Ensinar o conhecimento geral da Bíblia. Precisamos treinar as crianças a terem um conhecimento geral das Escrituras, tal como, saber os livros da Bíblia na ordem em que eles se encontram; ser capazes de encontrar os textos principais das Escrituras, como o Salmo do Bom Pastor, o relato da criação e do dilúvio, a chamada de Abraão e de José, os dez mandamentos, as bênçãos e as maldições da aliança, a passagem de Isaías sobre o Servo sofredor, algumas profecias do Velho Testamento sobre o Senhor Jesus Cristo, onde encontrar as bem-aventuranças, onde se encontra o relato sobre a igreja primitiva, onde está o relato de Jesus falando com Nicodemos, ou onde encontrar o fruto do Espírito, e o capítulo do amor, e ainda as qualificações para os oficiais da igreja, e ainda passagens que descrevem o corpo de Cristo. Isto pode ser parte do culto familiar e/ou do currículo da igreja.
  • 2) Ensinar as doutrinas básicas às nossas crianças, através de perguntas e respostas (catecismo). É interessante notar que Dt 6.20-25 destaca este método de ensino.
  • 3) Ensinar as crianças a lidarem com a vida de forma bíblica. Precisamos ensiná-las a se portar corretamente diante das ofensas e como responder às dificuldades da vida com uma perspectiva bíblica. Quando um filho chega em casa chorando porque alguém o machucou, o pai tem a oportunidade de, nessa hora, instruir a sua criança a não pecar nessas circunstâncias. É muito mais necessário a criança aprender a lidar com as ofensas sofridas do que o pai ir resolver essas questões. Precisamos ensiná-las passagens como Rm 12, onde elas aprenderão como retornar o bem pelo mal sofrido. Também Lc 6, que nos diz para abençoarmos aqueles que nos amaldiçoam.
  • 4) Treinar o caráter de nossas crianças. O caráter delas precisa ser dirigido para dentro da linha do Senhor. Precisamos ensiná-las a temer ao Senhor, a serem humildes, a possuírem integridade e diligência, gratidão e lealdade, disciplina e sabedoria, discernimento e atenção, pureza e mansidão. Essas coisas não fazem parte da nossa cultura, e por isso nós precisamos ensiná-las.
  • 5) Ensinar às crianças um desenvolvimento social geral. O versículo de Lc 2.52 nos diz que Jesus cresceu em sabedoria e graça diante de Deus e dos homens. Ele deve ter se conduzido de tal maneira que as pessoas da sua cultura o respeitaram. Por isso, nossas crianças precisam aprender a se comportar e lidar de forma respeitável nos mais diversos tipos de relacionamentos. Precisamos ensiná-las em todas as questões e tentações que dizem respeito a amizades. Há algumas tentações que têm a ver com as autoridades, outras com os professores, com os demais membros da família, e também com toda a sociedade. E elas precisam aprender a se comportar convenientemente em cada caso.
  • 6) Treinar as crianças nas questões acadêmicas.

    Mesmo estando distantes desta área da vida das crianças, nós precisamos ajudá-las de forma que elas estejam aprendendo a olhar o mundo sob o prisma de Deus. Há uma passagem muito interessante em 1Rs 4.29-34 que nos diz que Salomão era mais sábio que todos de sua época, possuindo sabedoria sob o prisma divino em todas as questões. Assim também, devemos ensinar as crianças a aprender todas as questões sob este prisma.

  • 7) Ensinar as crianças a terem uma visão bíblica sobre possessões. Elas precisam ver as posses da família como dádivas de Deus e como ferramentas. Precisam ver as pessoas como sendo mais importantes do que aquilo que possuem. Em 1Tm 5 diz que nós não devemos confiar nas riquezas e que devemos ser ricos em boas ações.

  • 8) Ensinar o valor do tempo para as crianças. Ef 5 nos chama para remir o tempo porque os dias são maus. E isso não é apenas para os adultos, mas também para as crianças. Daí termos de ensiná-las a serem responsáveis pelo seu tempo. Elas precisam de tempo para brincar, mas precisam entender que a vida é curta, e que há oportunidades que exigem o uso sábio do tempo.

  • 9) Ensinar as crianças a desenvolver projetos que estejam relacionados com o interesse delas. Precisamos ajudá-las a encontrar bons livros para serem lidos, a fazer boas coisas com o seu tempo. Precisamos ensiná-las a ter resistência e perseverança, mesmo quando elas perdem o interesse na tarefa, principalmente quando se tratar de tarefas longas e que precisam da ajuda dos adultos.

  • 10) Ensinar as crianças a controlarem as suas emoções. Nós precisamos ensiná-las a ser pessoas que vivam baseadas nas verdades bíblicas e não nas suas emoções e nos seus sentimentos, a encontrarem as suas verdades na Palavra de Deus. Elas precisam aprender a entender os seus sentimentos, e a serem guiadas pelos caminhos bíblicos. Nós precisamos ensiná-las a viver de acordo com aquilo que é justo e reto.

    “Quando um nenê morre, ou é abortado, para onde vai sua alma?” [8] A maneira como esta pergunta foi feita indica uma certa ambigüidade a respeito do relacionamento entre aborto e morte. Se a vida começa na concepção, então aborto é um tipo de morte. Se a vida não começa senão com o nascimento, então, obviamente, o aborto não envolve morte. A visão clássica do assunto é que a vida começa com a concepção. Se isto é certo, então a questão da morte da criança ou da morte pré-natal envolve a mesma resposta. A qualquer hora que um ser humano morre antes de alcançar a idade da responsabilidade (que varia de acordo com a capacidade mental), precisamos confiar em provisões especiais da misericórdia de Deus. A maioria das igrejas que existe tal provisão especial da misericórdia de Deus. Esta posição não envolve a suposição que as crianças são inocentes. Davi declara que ele nasceu em pecado e foi concebido em pecado. Com isto ele estava se referindo obviamente à noção bíblica de pecado original. Pecado original não se refere ao primeiro pecado de Adão e Eva, mas ao resultado daquela transgressão inicial. Pecado original refere-se à condição de decaídos que afeta todo ser humano. Nós não somos pecadores porque pecamos, mas pecamos porque somos pecadores. Isto é, nós pecamos porque nascemos com uma natureza pecaminosa. Embora os infantes não sejam culpados de um pecado real, estão manchados com o pecado original. Por isso, insistimos em que a salvação das crianças depende não de sua suposta inocência, mas da graça de Deus. Minha igreja em particular crê que os filhos de crentes, que morrem na infância, vão para o céu pela graça especial de Deus. O que acontece aos filhos dos não-crentes é deixado na esfera do mistério. Talvez haja uma provisão especial da graça de Deus para eles também. Certamente esperamos que sim. Embora tenhamos esperança nessa graça, há pouco ensino bíblico específico sobre a matéria. As palavras de Jesus: “Deixai vir a mim os pequeninos porque dos tais é o Reino dos céus” (Mt 19.14), nos dão algum consolo, mas não oferece uma promessa categórica da salvação das crianças. Quando o filho de Davi e Bate-Seba foi levado por Deus, Davi lamentou: “Vivendo ainda a criança jejuei e chorei porque dizia: Quem sabe se o Senhor se compadecerá de mim, e continuará viva a criança? Porém, agora que é morta, por que jejuaria eu? Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim” (2Sm 12.22-23). Aqui Davi declara sua confiança de que “eu irei a ela”. É uma referência levemente velada à sua esperança de reunir-se com seu filho no futuro. Esta esperança de uma reunião futura é a esperança gloriosa de todos os pais que perderam seus filhos. É a esperança reforçada pelo ensino do Novo Testamento sobre a ressurreição. NOTAS: [1] John B. Leuzarder, O Evangelho para Crianças. São José dos Campos: Ed. Fiel, 1998. p. 27. Ver também Dennis Gundersen, Pode uma criança ser salva? São José dos Campos: Ed. Fiel, 1997. 64 p. [2] Franklin Ferreira, Teologia Sistemática. Apostila não-publicada. RJ: STBSB, 2000, pp. 139-141. [3] Colin Brown (ed.), Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento. Vol. 1. SP: Vida Nova, 1984. pp. 496-504. [4] Peggy Smith Fonseca. Pregando sem pregos. Apostila não-publicada. RJ: UFMBB, s/d. pp. 1-2. [5] Rusty Freeman, Ten Styles of Children’s Sermons. PROCLAIM Vol.21, no4. Sunday School Board of the SBC, Nashville, TN, 1991, p.38. Tradução e adaptação de Peggy Smith Fonseca. [6] John B. Leuzarder, op. cit., São José dos Campos: Ed. Fiel, 1998. 31 p. Para uma teologia cristã para crianças, ver Marian M. Schoolland, Conduzindo os pequeninos a Deus: um livro de ensinamentos bíblicos para crianças. São José dos Campos: Ed. Fiel, 1988. 173 p. [7] Tedd Tripp. Pastoreando o coração da criança. São José dos Campos, Ed. Fiel, 1998. 228 p. Ver também Gary Smalley, A chave para o coração de seu filho. Campinas: United Press, 1998. 186 p. [8] R. C. Sproul, Surpreendido pelo sofrimento: ouça o chamado de seu Pai amoroso para suportar o sofrimento. São Paulo: Cultura Cristã, 1998. pp. 184-185.


Como Acalmar a Turminha


  • Sabemos que tem dias que as crianças estão com a corda toda. Para esses dias inventei a técnica dos cartões (como juiz de futebol).
    Cada cartão de uma cor simboliza uma ação.Exemplos:

    cartão azul = ESTÁTUA
    cartão amarel o= DAR UMA GARGALHADA
    cartão vermelho = PARE
    cartão preto = ABAIXAR
    cartão rosa = VOZ "INVISÍVEL" (SEM SOM)
    cartão branco= DAR UM ABRAÇO

    Na sala temos um cartaz com essas legendas.
    Funciona muito , exemplo estamos andando em fila de repente levanto o cartão azul, imediatamente todos ficam estátuas. è um barato eles adoram e ficam mais calmos. Espero que este exemplo possam auxíliar vocês também.

  • Vocês poderão escolher os comandos.

Como Levar uma Criança a Cristo


1. Interrogue a criança quanto a sua salvação, dando-lhe oportunidade de confessar a Cristo para você. Se ela não estiver convicta neste aspecto, não estará pronta para a consagração. Continue com os passos indicados em como levar uma criança a Cristo.
2. Se ela possuir a certeza da salvação, leve-a à dar-se a Deus hoje, obedecendo inteiramente a tudo o que ela sabe que Deus deseja que ela faça (Rm 12.1; 1Co 6.19, 20).
3. Mostre-lhe que o Espírito Santo, que nela mora, ensinará através da Bíblia, o que Ele quer que ela faça cada dia (Jo14.26). Por exemplo: obedecer aos pais (Cl 3.20), testemunhar de Cristo onde estiver (At 1.8), separar um tempo para ler a Bíblia e orar (1Tm 2.1-5; 4.15; 2Tm2.15), viver para agradar a Deus em todas as áreas de sua vida (1Tm 4.12)
4. Agora que você já conversou todas essas coisas com a criança, leve-a a fazer uma oração de dedicação: “Querido Senhor Jesus, hoje eu me dou a Ti. Quero que tome o controle de minha vida. Ajude-me a viver cada dia para agradar-Lhe e ser fiel em ler Sua Palavra para que eu conheça o Seu plano para mim”. Ajude a criança a fazer também uma oração de agradecimento.
5. Ajude a criança a compreender que é pecado tomar o controle de sua vida novamente, e que, ao pecar, ela deve confessar a Deus, confiando que Ele a perdoará. E então, deixar que Ele, mais uma vez dirija sua Vida (1Jo 1.9; Pv 3.5,6).

Como Desenvolver o Ministério Infantil (http://www.armazemdeideias.net/artigos/como_desenvolver_o_ministerio_infantil.html)




Escola Bíblica

A função da escola bíblica é instrucional; apresentação dos personagens e das histórias bíblicas.

Cinco Princípios Bíblicos para a Escola Bíblica
1. Ser bem organizada e ter um objetivo
2. Deve ter um plano definido de estudo
3. Deve ensinar o básico do cristianismo
4. Os professores devem ser qualificados
5. Os professores devem se preparar e orar

Atendimento
As escolas bíblicas atendem as crianças de 0 a 12 anos, divididas por idades e salas.
Berçário 1 – 0 a 06 meses
Berçário 2 – 07 a 12 meses
Maternal – 01 a 03 anos
Pré-Primários – 04 a 06 anos
Primários – 07 a 09 anos
Juniores – 09 a 12 anos


Organização
Cada culto tem uma equipe diferente.
Em cada culto há um líder responsável por todo o funcionamento, distribuição do material, cuidado dos voluntários.
Voluntários; Ministram em sala de aula e ajudam na organização do material, distribuição, portaria, etc...


Voluntários
Não devemos esquecer que o primeiro e mais importante recurso didático é o próprio professor.

1. A Voz: a voz do professor deve ser agradável, bem audível, a mais perfeita dicção possível. Linguagem simples, correta e compreensível. A voz humana é um dos mais ricos e versáteis, senão o mais rico e versátil dos instrumentos, sendo capaz das mais perfeitas imitações de outras vozes humanas, de animais e aves, bem como dos mais variados sons.

2. Os gestos: gestos auxiliam e enriquecem uma narrativa. Devem ser simples harmoniosas, variados e oportunos.
3. Os conhecimentos: é indispensável conhecer a criança a quem se ensina, a matéria a ser ensinada, os objetivos propostos e a maneira como se vai ensinar. Com tais conhecimento é possível ensinar e obter resultados positivos.


Dois pontos essenciais:
1. Atendimento Cordial – não falar mal do líder / saber escutar as pessoas.
2. Auto-estima se constrói – falar sempre bem / trabalhar caráter.

Ambiente Físico
Local onde as crianças ficam deve ser sempre alegre, bem colorido e que as crianças se sintam bem.

Preparação da Lição

A arte de contar História

INTRODUÇÃO

Ao aceitar a incumbência de apresentar uma história bíblica para uma classe de crianças, você assume um compromisso com Deus. Você será o porta-voz na exposição de Sua Palavra para as crianças salvas e não-salvas. Portanto, será necessária uma inteira dependência do Espírito Santo para que haja êxito no trabalho. Quando à sua parte, como professor, os passos que deverá seguir são:
1. Orar
2. Estudar os textos bíblicos (3 vezes, pelo menos)
3. Estudar o manual (Livro ou revista)
4. Preparar um esboço da lição
5. Treinar e colocar em ordem o material visual

ESBOÇO

O esboço de uma história deve ter 4 divisões:
1. Começo (com introdução do “problema”)
2. Andamento
3. Clímax (dando solução ao ”problema”)
4. Conclusão:

a. Desafio para os salvos
b. Apelo para as não-salvas

1- COMEÇO

Deve ser planejado de tal forma que desperte a atenção da classe e prenda seu interesse. Por isto, deve ser:

a. breve
b. promissor
c. envolvente

Alguns métodos que podem ser usados:

1. uma frase:”Ele desapareceu”. (Jesus)
2. um objeto visível ou escondido dentro de uma caixa
3. perguntas
4. historinhas

Cada história deve apresentar um “problema” = PECADO a ser resolvido, o qual deve ser apresentado no COMEÇO. Por esta razão, o professor deve deixar para planejar o COMEÇO de uma história depois de estudá-la bem.

Deve ter sempre em mente que o COMEÇO e o CLÍMAX “solução do problema” = AMOR DE DEUS: JESUS estão interligados, visto que o CLÍMAX é onde o problema é solucionado.

2- ANDAMENTO:

É o desenrolar dos fatos ou a progressão dos acontecimentos. No andamento, o professor deve correlacionar as ações e atitudes dos personagens da história com a vida da criança, apresentando:

A. Para as não-salvas, os 06 pontos do caminho da salvação, antes de atingir o Clímax. Os pontos do caminhos da salvação são:


I. O amor de Deus – João 3.16
II. Pecador – Romanos 3.23
III. Morte e Ressurreição de Jesus – Hebreus 9.22/ 1 Coríntios 15.3,4
IV. Apropriação do presente da salvação – João 1.12/ Hebreus 13.5b
V. O salvador ressurreto – 1João 3.24
VI. Crescimento espiritual – 1 João 1.9


B. Para os salvos, ensino para crescimento e serviço cristão, dando, pelo menos 03 aplicações práticas. Não é necessário incluir no desenvolvimento todos detalhes mencionados na lição (livro ou revista) você tem que ter total dependência de Deus.

Deve-se prosseguir com o “problema” nesta parte da lição, até que se encontre a “solução” no clímax.

3- CLÍMAX

É o ponto da história onde o “problema” é resolvido. O clímax deve ser dado bem no fim da história. Pode ser enfatizado com:

a. A expressão do rosto
b. A entonação da voz (solene, misteriosa, etc)
c. Uma dramatização
d. Gestos
e. Pausa


4- CONCLUSÃO

É a parte final da lição. Deve ser feita rapidamente, lançando-se o apelo para os não-salvos. Contém deixar bem claro aqui que a salvação é um presente que precisa ser recebido para que se possa ter a certeza da Vida Eterna (Romanos 6.23 e João 1.12).
.

No esboço de cada lição bíblica, o professor deve adotar números, letras e cores convencionais, como:

a. Para os 6 pontos do caminho da salvação, deve usar números de cor amarela entre parênteses. (O amor de Deus)
b. Para o ensino a criança salva, pode usar as letras ECS = Ensino Criança Salva em cor verde, entre parênteses. Ex: (ECS – 1 João 1.9)


Plano de Aula para Escola Bíblica

Professor(a): _____________________________________________
Turma: ___________________________ Data: _____/______/_____

Rotina:
Entrada – Crachá (é importante saber o nome dos alunos), conversa amigável, o bom professor se interessa pelo alunos.
Escolha dos ajudantes (Crachá especial ou boné) tarefas: arrumar a sala; cadeiras; cestas; limpar o chão.

Rodinha:
Louvor – a escolha das crianças - louvor mais ativo com gestos
Ofertas – incentivar as crianças a ofertarem
Oração – pelos professores, alunos, familiares e a lição do dia, caixinha de pedido de oração.

Banheiros e lanches:
Crianças menores: trenzinho
Crianças maiores: 4 meninos depois 4 meninas

Nome da Lição:
_________________________________________________________

Texto Base Bíblica:
_________________________________________________________

Versículo para Memorizar:
_________________________________________________________

Objetivos da Lição:


Saber:
_________________________________________________________

Sentir:
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________

Agir:
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________

Motivação para a Lição:
_________________________________________________________

Esboço da História:


(Introdução)_______________________________________________

(Andamento) ______________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________

(Clímax) __________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________

(Conclusão) _______________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________

Oração:

Memorização do versículo
_________________________________________________________

Recursos visuais que vão utilizar na lição e versículo:
_________________________________________________________

Fixação da lição (trabalho manual):
_________________________________________________________

Dramatização:
_________________________________________________________




Culto Infantil

A função do culto infantil é inspiracional: aplicação dos princípios e verdades bíblicos.

Objetivos do Culto
1. Levar as crianças a conhecer a Palavra de Deus
2. Convidá-las a corresponderem ao mover do Espírito Santo para aceitarem a Jesus.
3. Apresentar o evangelho às crianças de modo que elas possam entendê-lo.
4. Despertar o desejo por missões.
5. Ensina-las como orar e agir em um louvor congregacional.
6. Mostrar a importância de ajudar a obra de Deus e ser fiel nos dízimos e ofertas.
7. Ensinar como louvar a Deus (Mt 21:16)

Cinco Pilares do Culto Infantil
As escolas bíblicas atendem as crianças de 0 a 12 anos, divididas por idades e salas.

1. Louvor e Adoração (Mt 21.15-16)
2. Participação ativa.
3. Programação que visa as necessidades das crianças.
4. Base Bíblica
5. Oração

1. Como Desenvolver os Pilares


1. Louvor - O que a música pode fazer:

a) Ensino (a música deve relacionar-se com o ensino)
b) Crianças participam
c) Estabelece o humor (diverte)
d) Celebra
- Música com Gestos – animação e atenção das crianças
- Música com CD
- Música cantada – “Eu preciso de Você”
- Música com Visual

2. Oferta - As crianças precisam aprender desde cedo o valor das ofertas e dízimos diante de Deus.
Este é um momento de aprendizado e obediência.

3. Programação que visa às necessidades das crianças / Base Bíblica

- Dramatização – Método teatral de contar história.

a) Muda – ocorre quando um narra a história, enquanto os atores encenam o que ele está contando.
b) Falada – é a que ocorre quando os atores representam diálogos (nesta as cenas podem ser interrompidas pelo narrador, para trazer explicações e incentivo as crianças).

OBS: Vocês podem utilizar as próprias crianças para irem representar o que se está narrando.

- Monólogo de Personagem – Usar alguém como se fosse da época. Narra a história na primeira pessoa. Pode ser um personagem humano, um objeto, um animal. Por exemplo: O peixe que comeu Jonas.

- Objetos – São utilizados objetos (roupas, brinquedos, acessórios, etc) como dentro de uma mochila e a medida que a história for acontecendo se retiram os objetos e estes fazem parte da história (as crianças guardam muitas das coisas quando estas se relacionam com um objeto)

- Bonecos e Fantoches – Neste recurso o interessante é utilizar uma pessoa contracenando com os bonecos e interagindo com as crianças. Tome cuidado, pois a maneira como se manuseia o boneco pode fazer com que a história se perca (movimentação da boca).

- Programa de TV – Esse método se vale dos modelos de programas de TV e seus vários quadros e características. Seus quadros podem incluir: Entrevistas, apresentações musicais, coreografias, comerciais, fazendo com que as crianças aprendam a história através do desenrolar da história.

- Mímicas – Conta-se um pedacinho da história em forma de mímica e depois comenta e pede explicações.

- Material Concreto – Para crianças, só funciona o concreto se você contar a história dos 12 apóstolos e trouxer 12 pedrinhas. Cada uma delas se transformará verdadeiramente em apóstolo na mente infantil durante a narrativa. As crianças fixarão o conteúdo de forma mais aprofundada.

- Plano da Salvação – Macacão colorido com as cores da salvação. Ou Livro sem palavras.

I. O céu (cor dourada)
II. O pecado (cor preta ou marrom/ escura, suja)
III. O sangue de Jesus (cor vermelha)
IV. A nova vida (cor branca)
V. Crescimento em Cristo (cor verde)


- Desenho – Pode contar as histórias através de desenhos feitos em tempo real, através de perguntas, deixando as crianças montarem a história.

- Outros – Flanelógrafos, visuais, retro projetor, filmes, desenhos animados, histórias cantadas, gincanas de perguntas bíblicas, etc.

I. Você, líder, precisa ser criativo, utilizar a Bíblia de uma forma atraente para as crianças.
II. Através de sua criatividade você pode criar vários métodos, basta colocar toda a sua mente para funcionar

- Sugestões Finais – Como Começar um Programa Infantil:

a) Alvo em mente: excelência
b) Avalie a necessidade
c) Estabeleça uma visão
d) Faça orçamento e providencie recursos
e) Encontre líderes qualificados
f) Faça publicidade
g) Mostre a importância do programa e suas necessidades
h) Estabeleça prioridades
i) Aceite sugestões
j) Resuma a filosofia que defina o Ministério Infantil em uma frase: Ex: “Evangelizando para ensinar e Ensinado a Evangelizar”



Para Que Uma História?

“Quem não compreende pensa que é para divertir. Mas não é isso. É que elas têm o poder de transformar o cotidiano. Elas chamam as angústias pelos nomes e dizem o medo em canções. Com isto angustias e medos ficam mais mansos. Claro que são crianças, especialmente aquelas que moram dentro de nós, e têm medo da solidão...” (Rubens Alves).

Porque fazer uso do conto:

A História é um dos eficientes meios de ensino;

Ela mantém o interesse da classe.
Torna claro e prático o alvo principal que se deseja focalizar.
É facilmente lembrada e ficará na memória da criança para futuras necessidades.
Sugere normas de comportamento sem que se diga “faça isso” ou “não faça aquilo”.
Ensina de modo interessante.
Desperta na criança a correta atitude mental em relação ás coisas de Deus, família, sociedade.
Toca o coração, fonte das emoções.
A criança deseja automaticamente imitar o “herói” da história sem que isso lhe seja suicidado.
O momento da história é de grande prazer.
E, principalmente, é o método que Jesus Cristo, o grande mestre, usou para ensinar.


Mandamentos para contar histórias:
1. Ser um bom ouvinte
2. Ter domínio
3. Ter concentração
4. Ter “despudor”
5. Crer
6. Ter boa memória
7. Investigar
8. Ter um objetivo
9. Ser criativo
10. Amar

Contando a História

Toda história possui três momentos:


1. A Voz

A voz é um maravilhoso dom de Deus dado a nós. É o recurso por excelência do contador de história. Na narração, além de transmitir idéias, fornece o ambiente do conto. Com uma simples mudança de tom muda-se a cena, cria-se um clima de expectativa, representa-se diferentes personagens, etc...


Projeção da voz – a voz deve estar de tal modo bem colocada e projetada de forma que todos no auditório ouçam com clareza. Se necessário, use microfone. Mas lembre-se: apenas se necessário.

Ritmo da voz – O conto possui um ritmo natural que deve ser observado pelo contador; pausas, falas apressadas, sono, expectativa, etc. E é justamente esses aspectos que irão determinar o chamado “tempo psicológico do conto”. Varie o tom da voz e velocidade ao falar. Abaixando o tom de voz e falando devagar se chama à atenção para uma parte empolgante da história.

1. Use diálogos;
2. Fale pausada e audivelmente;
3. Use uma linguagem simples, adequada ao auditório.

Como relação as vozes de personagens ou mesmo onomatopéias, que possam aparecer no conto, vale dizer que serão muito bem-vindas, se bem executados. Do contrário, devem ser evitadas, pois podem acabar por confundir o ouvinte.

2. Cuidando da Voz
Aqui apresentamos alguns exercícios que muito ajudarão no cuidado da voz.

- ENROLAR E DESENROLAR – de pé, inspirar lentamente pelo nariz e expirar bruscamente pela boca. Dobrado o corpo para baixo e para frente. Voltar lentamente á posição inicial, mantendo o queixo no peito até o final do movimento.

- CARETAS E SONS
- Dar beijocas
- Contrair os cantos da boca e manter os dentes cerrados
- Contrair os olhos e sobrancelhas, relaxando-os em seguida
- Entortar a face para esquerda e para direita
- Bocejar repetidamente, emitido sons
- Vibrar a língua com o som trrr.... como se fosse um telefone
- Vibrar os lábios e bochechar com o som brrr.....

- RESPIRAÇÃO DIAFRAGMÁTICA – deitado, de barriga para cima, colocar as mãos sobre o abdome. Inspirar pelo nariz e expirar pela boca percebendo o subir e descer da barriga. Mantendo a mesma posição, inspirar prendendo a respiração por alguns segundos, em seguida, expirar em “S” lentamente.

- AS EXPRESSÕES
As expressões dizem muito. Às vezes, sem fala alguma, dizemos muito, apenas com gestos. As expressões são maneiras de exteriorizar sentimentos, pensamentos. Devemos estar atentos à linguagem do corpo. A face e as mãos são elementos fundamentais para se contar uma história. Os gestos e expressões realçam nosso ensino, torna o conto mais interessante. Por isso EVITE GESTOS INÚTEIS E EXAGERADOS, assim como a repetição continua do mesmo gesto.

Duas atitudes são de grande ajuda:

1. Tenha uma visão mental do conto. Situe-se nele. Observe seu desenvolvimento. De aos personagens características humanas: emoções, desejos e pensamentos.
2. Prepare o que vai dizer. Veja claramente em sua mente, colocando os acontecimentos em ordem lógica. Você não poderá contar uma história eficientemente se não viver para si mesmo. Dialogue com a história.

Dica: Faça imitações diante do espelho

segunda-feira, 29 de março de 2010

O BOM PERFUME DE CRISTO (2º Co 2:15)

Paulo nos fala em 2 Coríntios que somos o bom perfume de Cristo para Deus, mas para podermos ser tratados como perfume devemos cheirar bem e não se trata de tomar banho, o que também é bom para os narizes de todos, mas de sermos o bom perfume e não simplesmente termos o bom perfume, gostaria hoje de fazê-los pensar, será que realmente temos sido o bom perfume de Cristo? Será que temos os ingredientes necessários para que sejamos esse perfume? Você deve estar se perguntando que ingredientes serão esses? Gostaria de estudar, com você que lê esse blog, os ingredientes que são essenciais para que possamos, não apenas exalar, mas sermos o bom perfume de Cristo, sermos aquele perfume do qual todos querem ser:

1- O primeiro ingrediente é a entrega de vida: No sl. 37:5 Davi nos aconselha a entregarmos o nosso caminho ao Senhor e a confiarmos nEle, pois, o mais será feito, gostaria de começar perguntando: Você já entregou o seu caminho (sua vida) ao Senhor? Poderia lembrar quando e como foi? O que te levou a entregar sua vida ao Senhor? O interessante é que muitos de nós quando perguntados sobre isso, temos a resposta na ponta da língua, mas a maioria nem tem, entrega de vida tem a ver com novo nascimento, por isso é que Jesus diz a Nicodemos em Jo 3:3 que aquele que não nascer de novo não verá o reino dos céus, note que naquela passagem Jesus falava com um homem que era tido como mestre em Israel (Jo. 3:10), certamente algum tipo de professor das escrituras, por isso é que Jesus o cobra nesse versículo, mas veja, ali Jesus disse que não basta saber as escrituras, mas tem que viver o que ali está escrito, se você não nasceu de novo como pode dizer que entregou sua vida a Deus? Paulo disse em 2 Co. 5:17 “Aquele que está em Cristo nova Criatura é, as coisas velhas já passaram e eis que tudo se fez novo”. E você? Está em Cristo? Nasceu de novo? Ou ainda há algo de velho em você?

2- O segundo ingrediente é a fé: Em Hb. 11 temos um capítulo inteirinho falando sobre fé, mas se lembrarmos que temos que ser o bom perfume de Cristo para Deus, então recorremos a pelo menos 2 versículos: 1 e 6, onde vemos o que é a fé e que sem ela é impossível agradar a Deus, creio que isso já é sabido em nosso meio, que a fé é capaz até de remover montanhas (mt. 17:20), mas o problema é que talvez nos falte essa fé, pois, ao olharmos a nossa volta vemos tantos problemas que são verdadeiras montanhas e não temos, certamente, fé para removê-las da nossa vida, na verdade, não temos fé, nem mesmo, para esperar o tempo de Deus para que as coisas aconteçam em nossas vidas, vivemos colocando nossas idéias à frente das idéias de Deus e sempre que fazemos isso algo dá errado e aí nós culpamos a Deus, mas a falta de fé é nossa Deus quer nos ajudar, mas precisamos ter fé que Ele o fará, caso contrário não teremos o bom perfume de Cristo para que Deus sinta esse cheiro.

3- O terceiro ingrediente é a comunhão: Sl. 133 diz que é bom e agradável que vivamos em comunhão, Atos 2:42-47 fala de comunhão, no partir do pão e nas orações, diz ainda que tudo pertencia a todos, igualzinho a nós né? Eu ponho meu carro à disposição da obra, ponho minha casa para receber missionários e pastores, ponho minha mão de obra para alimentar os necessitados, aliás, nada é meu, mas é deles também, fazemos isso irmãos? Pensamos em nossas coisas como não sendo nossas? Ou será que o que é nosso é nosso e ninguém chega perto? Quando lemos sobre comunhão, precisamos saber do que se trata, comunhão é comum união, ou seja, temos objetivos em comum, coisas em comum, vidas em comum, somos um só. Ih! Essa parte de ser um só é a que mais pega, como ser um só com alguém com quem nem falamos? Nos domingos nas igrejas cantamos sobre comunhão, como tem sido a nossa? Falamos que vivemos em comunhão, mas tem irmão que não gosta do outro, temos irmãos que falam que estão certos o tempo todo e não admitem seus erros, tem gente que gosta de receber carinho, mas não sabe dar carinho, em nossa igreja, num domingo desses fomos desafiados a pedir perdão àquele irmão a quem nos magoou ou a quem magoamos,gostaria de te desafiar a fazê-lo, pode fazer isso? Que tal buscar àquela pessoa que você magoou e pedir que ela te perdoe? Ou perdoar aquela que te magoou?

4- Por último eu gostaria de trabalhar o mais importante, o amor: 1 Co. 13:13 “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor”. Vivemos preocupados com dons, uns com o dom de língua e outro com o de profecia que é maior, outro com o dom de doar, outro com o dom de pregar, de ensinar, enfim... Mas e o amor, alguém já parou pra se preocupar com o amor? Poderíamos fazer um estudo somente sobre o amor e já teríamos os maiores ingredientes do bom perfume de Cristo, diga-se de passagem, o amor é essencial, não o amor de pai ou mãe pra filho ou filha, nem o amor entre marido e esposa, mas o amor que vem de Deus, amar sem distinção, sem preconceito, sem querer nada em troca, nosso amor é, na maioria das vezes interesseiro, amamos, mas queremos algo em troca, só amamos se formos amados, pensem que se Jesus amasse dessa forma coitado de mim, por exemplo que era totalmente imundo antes de vir para Cristo, não tinha nada para que Deus se importasse comigo, mas não estou aqui escrevendo essa mensagem? E isso é só pelo amor que Deus tem por mim, precisamos amar mais e esperar menos das pessoas, tem muita que não ama, pois, quem ama mostra esse amor até mesmo sem querer, você ama? Então mostre às pessoas, aliás, você já disse a alguém que você o ama hoje? Esposo e esposa, parentes não vale, pois, isso tem que ser uma constante. Eu disse... Se você não disse ainda, eu te faço um desafio, procure aquele irmão com quem você não tem tanta intimidade e diga que o ama, se por acaso não conseguir, procure um outro qualquer e se for eu, pode me procurar também que eu não ligo...

Concluindo: Vivemos hoje num mundo, onde ser o bom perfume de Cristo não é algo assim tão fácil, por isso é que precisamos ter esses quatro elementos que certamente nos conduzirão à salvação, afinal, quando temos um bom perfume queremos usá-lo sempre e eu, pelo menos, gostaria muito de ser usado por Deus, e você? Gostaria?

LIVRO SEM PALAVRAS

A História do Livro Sem Palavras

  • Não há recurso mais utilizado para levar a palavra da SALVAÇÃO à criança do que o LIVRO SEM PALAVRAS.

    Mundialmente os evangelistas e educadores infantis tem se esforçado para aprimorar a criatividade em revelar o Plano de Deus às crianças através das cores que simbolizam o Plano divino.

    Pretendo nesta página compartilhar uma estratégia que se refere a aplicação deste recurso evangelístico.

    PREPARAÇÃO: Para trabalhar em cima do "livro sem palavras", fizemos um livro de páginas de feltro com as cinco cores da mensagem (dourado,preto, vermelho, branco, verde) e preparamos cinco roupas de dança nas mesmas cores....

    Selecionamos cinco trechos de musicas (instrumental) que demonstrem as 5 mensagens do livro: Céu, Pecado, Sacrifício, Apropriação e Crescimento... as meninas da dança (uma de cada vez.. uma de cada cor) preanunciam a mensagem com uma coreografia simples que expresse o tema (rostinho com uma pinturinha leve na cor da roupa, para cada tema: estrela, sujo, cruz, pomba e folha).

    INTRODUÇÃO (motivação):

    No cenário foi colocado uma estante com muitos livros variados de história e entre eles o Livro sem Palavras. A ministrante caracterizada de professora pergunta as crianças: "Quem gosta de Histórias?"

    "Pois hoje eu quero contar uma historia linda, diferente e muito colorida!!!" E dirige-se a estante de livros como quem procura algo de interessante... "Esta não... esta também não..." até que... "Vejam, encontrei um livro bem colorido e diferente" (folheia o livro e faz cara de espanto). "Mas que estranho, este livro não tem palavras, nem gravuras" (mostra para as crianças)

    "Pois muito bem, então irei contar a História do Livro sem Palavras... Prestem atenção!"

    HISTÓRIA:

    Este livro tem páginas coloridas, e elas nos contam uma história maravilhosa. Quer ouví-la?

    Geralmente, quando lemos um livro, começamos na frente, não é? Mas com este vamos começar com a última página, para saber logo o fim da história. Minha História termina maravilhosamente. Termina no Céu!

    (antes de cada página ser contada, começa a música e entra uma das meninas da coreografia)

    PÁGINA DOURADA

    Esta página dourada nos fala do Céu. Não posso lhe dizer como é lindo o Céu, mas há um versículo da Palavra de Deus que nos dá uma idéia. É o Apocalipse 21:21 “E as doze portas eram doze pérolas...A praça da cidade é de ouro puro.”

    Mais do que isso, o céu é um lugar de alegria. Ninguém fica doente no Céu. Não há dores, nem sofrimentos, nem tristezas. Melhor ainda, ninguém morre. “E Deus enxugará dos olhos as lágrimas e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor” (Ap 21:4)

    Somente Deus poderia criar um lugar tão maravilhoso. Você já sabia que Deus o ama tanto que quer que você esteja no Céu com Ele para sempre? Quando o Senhor Jesus voltou para o céu depois de morrer na cruz e ressuscitar dos mortos, Ele disse que ia preparar um lugar para nós. E Deus quer você lá com Ele para ser feliz eternamente.

    PÁGINA PRETA

    Se a calçada na frente da sua casa fosse de ouro, quanto tempo ela ficaria ali? Uma noite? “Oh”, você diz, “alguém a roubaria”. Mas não é pecado roubar? Claro que é. E lá no Céu... “Nela nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada...e mentira” (Ap 21:27). Quer dizer que o pecado não poderá entrar no Céu para estragá-lo.

    Pense, então: Deus quer que cada um de nós vá para o Céu, mas se há pecado em nossos corações, este nos impede de entrar no Céu.

    A página preta representa o pecado em nossos corações, o pecado que nunca poderá entrar no Céu. A Palavra de Deus nos diz que “Todos pecaram” (Rm 3:23). Você também precisa dizer, “eu pequei”.

    Mas, escute... Deus tem Boas Novas para você! Ele tem um remédio que faz possível nos livrar dos pecados! Nós não podemos fazer nada para limpar os nossos corações. Mas Deus pode e o fará...se crermos no Evangelho: “que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1 Co 15:3-4).

    PÁGINA VERMELHA

    Esta página vermelha representa o precioso sangue do Senhor Jesus Cristo. A Bíblia nos ensina que “o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado” (1 Jo 1:7). Não é maravilhoso saber que Deus não somente nos ama tanto que nos quer no Céu, mas nos ama tanto que deu Seu único Filho para ser o nosso Salvador e para levar o castigo de nossos pecados? Quando o Senhor Jesus morreu na cruz, Deus pôs sobre Ele os nossos pecados. Assim que diz 2 Co 5:21 “Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que n'Ele fôssemos feitos justiça de Deus”.

    Depois de morrer em nosso lugar, Jesus foi sepultado, e ao terceiro dia ressuscitou! Viveu novamente! Jesus está vivo! E porque Ele vive, Ele pode vir morar em nossos corações. Ele diz agora: “Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa” (Ap 3:20). Quando convidamos o Senhor Jesus a entrar em nossos corações e ficar para nos salvar do pecado, Ele entra e fica.

    PÁGINA BRANCA

    A página branca representa o coração limpo, que Jesus já purificou. Sabe quão branco ele faz o coração que O recebe? Tão branquinho como a neve? Não! Mais branco do que a neve! A Bíblia diz, “Lava-me, e ficarei mais alvo que a neve” (Sl 51:7b).

    Você não gostaria de ter o seu coração tão limpinho assim? Deus quer perdoar os seus pecados e purificar o seu coração, e assim Ele fará no momento que você receber Jesus como seu Salvador. Jesus já morreu em seu lugar; ele quer ser o seu Salvador; quer lhe dar a vida eterna...vida eterna no Céu. Jesus está batendo à porta do seu coração. Você precisa abrir a porta e deixá-lO entrar. Não quer fazer isso agora mesmo? Então, abaixe agora a sua cabeça e peça ao Senhor Jesus que entre em seu coração. Peça para Ele ser o seu Salvador.

    A salvação é um presente. Como fazemos ao receber um presente? Agradecemos, não é? Então, diga “muito obrigado” agora mesmo a Deus, o Pai. Agradeça a Deus por ter enviado o Senhor Jesus para morrer em seu lugar. Agradeça que Ele agora o salvou e perdoou seus pecados. Agradeça que Ele lhe deu agora a vida eterna. PÁGINA VERDE A página verde nos fala da nova vida que recebemos quando aceitamos o Senhor Jesus com Salvador. Quais são as coisas verdes que existem na natureza? Sim, as ervas, as árvores, o gramado e as plantas em geral. E todas são coisas que têm vida. Vamos ler mais um versículo da Bíblia. É João 3:36 “Quem crê no filho tem a vida eterna”. Você agora crê no Senhor Jesus como Salvador e Senhor da sua vida (dono)? Então, este versículo fala de você. Diz que você tem o quê? Exatamente, você tem vida eterna - o tipo de vida que precisamos ter para poder entrar no Céu. Você não está contente de ter recebido Jesus como seu Salvador? E, agora, esta nova vida precisa ser alimentada pela leitura da Palavra de Deus (2 Pe 3:18), e pela oração. Assim você irá crescendo espiritualmente na vida cristã, agradando ao Senhor Jesus na sua vida diária e ganhando outros para Ele. www.montesiao.pro.br/redecrianca/dicas/hist_sempalavra

segunda-feira, 22 de março de 2010

Culto do bairro Morro Estevão, 18/09/2010

















Algumas fotos minhas durante a ministração da palavra de Deus , foram tiradas enquanto eu louvava com as crianças.
Neste trabalho trei crianças aceitaram a Jesus, sendo que uma delas era filha de pessoas não evangélicas, eu louvo a Deus quando a paalvra de deus que prego entra nos coraçãos das crianças fazendo elas virem pra Jesus.
1 TM 6-15 : A qual , em suas épocas determinadas, há de ser revelada pelo bendito e único Soberano, o Rei dos reis e o Senhor dos senhores.
2 CR 4-4: Assentava-se o mar sobre doze bois; três olhavam para o norte, três para o ocidente, três para o sul, e três, para o oriente; o mar apoiava-se sobre eles, cujas as partesposteriores convergiam para dentro.
2 CR 24-1: Tinha Joás sete anos de idade quando começou a reinar e quarenta anos reinou em Jerusalém.
2 CR 33-15: Tirou da Casa do Senhor os deuses estranhos e o ídolo, como também todos os altares que edificara no monte da Casa do Senhor e em Jerusalém, e os lançou fora da cidade.

AT 25-13: Passados alguns dias, o rei Agripa e Berenice chegaram a Cesaréia a fim de saudar a Festo.

quinta-feira, 18 de março de 2010

25- Recordações da infância

Participantes: 7 a 15 pessoasTempo Estimado: 30 minutosModalidade:
Experiência de Vida.Objetivo: Proporcionar o conhecimento recíproco da
infância de cada integrante.Material: Perguntas preparados pelo
coordenador em número superior ao número de integrantes.Observação:
Deve-se evitar perguntas que levem a recordações tristes.Descrição:
Cada integrante recebe aleatoriamente uma pergunta e a lê em voz alta
para os demais, respondendo-a em seguida. As perguntas podem ser
reutilizadas. Propostas de perguntas:- Como era seu melhor amigo(a)?-
Como seu pai gostaria que você fosse?- O que você imaginava ser
quando crescesse?- Quais os seus sonhos de infância?- Qual a melhor
lembrança de seu padrinho?- Qual a melhor lembrança de seu pai?- Qual
a melhor lembrança de sua infância?- Qual a melhor lembrança de seu
mãe?- Qual a sua primeira grande alegria?- Qual o seu primeiro contato
com Deus?- Quando você descobriu que Cristo morreu por nós?

24- Trocando crachás

Participantes: 15 a 30 pessoasTempo Estimado: 20 minutosModalidade:
Apresentação e Memorização de Nomes.Objetivo: Facilitar a
memorização dos nomes e um melhor conhecimento entre os
integrantes.Material: Crachás com os nomes dos integrantes.Descrição:
O coordenador distribui os crachás aos respectivos integrantes. Após
algum tempo recolhem-se os crachás e cada um recebe um crachá que
não deve ser o seu. Os integrantes devem passear pela sala a procura
do integrante que possui o seu crachá para recebê-lo de volta. Neste
momento, ambos devem aproveitar para uma pequena conversa
informal, onde procurem conhecer algo novo sobre o outro integrante.
Após todos terem retomado seus crachás, o grupo deve debater sobre as
diferentes reações durante a experiência.