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Sejam bem vindos ao meu pequeno espaço

Sejam bem vindos, a todos que amam estar na presença de Deus como eu, aqui eu postarei tudo que poderá ajuda-los a ficar mais capacitado e ajudar em nosso ministério.
Ajuda-me sempre que precisar de algo pode me mandar um recadinho que ai eu tentarei de alguma forma ajudar a vc e a todos que precisarem.
Minha meta é atingir um alvo, o seu coraçãos e assim propagar a palavra de Deus através do ministério que Deus me capacitou e ainda esta me capacitando, pois eu sei que se cumprirmos o "IDE" de Deus, ai sim estaremos sendo diferentes e fazendo a diferença neste mundo ao qual Ele criou.

quinta-feira, 18 de março de 2010

25- Recordações da infância

Participantes: 7 a 15 pessoasTempo Estimado: 30 minutosModalidade:
Experiência de Vida.Objetivo: Proporcionar o conhecimento recíproco da
infância de cada integrante.Material: Perguntas preparados pelo
coordenador em número superior ao número de integrantes.Observação:
Deve-se evitar perguntas que levem a recordações tristes.Descrição:
Cada integrante recebe aleatoriamente uma pergunta e a lê em voz alta
para os demais, respondendo-a em seguida. As perguntas podem ser
reutilizadas. Propostas de perguntas:- Como era seu melhor amigo(a)?-
Como seu pai gostaria que você fosse?- O que você imaginava ser
quando crescesse?- Quais os seus sonhos de infância?- Qual a melhor
lembrança de seu padrinho?- Qual a melhor lembrança de seu pai?- Qual
a melhor lembrança de sua infância?- Qual a melhor lembrança de seu
mãe?- Qual a sua primeira grande alegria?- Qual o seu primeiro contato
com Deus?- Quando você descobriu que Cristo morreu por nós?

24- Trocando crachás

Participantes: 15 a 30 pessoasTempo Estimado: 20 minutosModalidade:
Apresentação e Memorização de Nomes.Objetivo: Facilitar a
memorização dos nomes e um melhor conhecimento entre os
integrantes.Material: Crachás com os nomes dos integrantes.Descrição:
O coordenador distribui os crachás aos respectivos integrantes. Após
algum tempo recolhem-se os crachás e cada um recebe um crachá que
não deve ser o seu. Os integrantes devem passear pela sala a procura
do integrante que possui o seu crachá para recebê-lo de volta. Neste
momento, ambos devem aproveitar para uma pequena conversa
informal, onde procurem conhecer algo novo sobre o outro integrante.
Após todos terem retomado seus crachás, o grupo deve debater sobre as
diferentes reações durante a experiência.

23- Exercício do bombardeio intenso

Objetivo: Expressar sentimentos positivos, de carinho e afeto com uma
pessoaTamanho: 25 pessoasTempo: 2 minutos por pessoasDescrição:- O
coordenador inicia, explicando ao grupo como a afeição se baseia na
formação de ligações emocionais, é geralmente a última fase a emergir
na evolução do relacionamento humano, após a inclusão e o controle, na
inclusão, as pessoas têm de encontrar-se umas com as outras e decidir
se continuam seu relacionamento. Os problemas de controle exigem que
as pessoas se confrontem umas com as outras e descubram como
desejam relacionar-se. Para prosseguir a relação, cumpre que se
formem ligações afetivas, e elas têm então de abraçar-se, a fim de que
se crie um vínculo duradouro.- Feita a explicação o coordenador pede
aos participantes que digam à uma pessoa todos os sentimentos
positivos que têm por ela.- A pessoa apenas ouve, podendo permanecer
no círculo ou sair dele e ficar de costas para o grupo.- O impacto é mais
forte quando cada um se coloca diante da pessoa, toca-a, olha nos olhos
e lhe fala diretamente, que é uma outra maneira de realizar a dinâmica.

22- Técnica do encontro

Objetivos: Estabelecer um comunicação real. Auxiliar os participante a
se tornarem conscientes de sua verdadeira reação uns em relação aos
outros, através do uso dos sentimentos em todo o corpo.Tamanho: 25
pessoasTempo: 1 horaDescrição:1. O coordenador convida dois
voluntários para que fiquem de pé, uma em cada extremidade da sala,
silenciosas, olhando-se nos olhos, e andando muito lentamente, uma em
direção à outra.2. Sem haverem nada planejado, quando as duas
pessoas se encontrar bem próximas uma da outra, deverão fazer o que
quer que sintam impelidas a fazer.3. Poderão continuar o encontro
durante o tempo que quiserem4. Terminado o encontro, o exercício
prossegue, com outros dois, caso seja necessário.5. No final da
experiência, seguem-se os comentários não só dos protagonistas, como
dos observadores.

21- A dificuldade de um consenso

Objetivos: Esclarecer valores e conceitos morais. Provocar um exercício
de consenso, a fim de demonstrar sua dificuldade, principalmente
quando os valores e conceitos morais estão em jogo.Tamanho: 30
pessoasTempo: 1 horaDescrição: o coordenador explica os objetivos do
exercício. A seguir distribuirá uma cópia do "abrigo subterrâneo" a todos
os participantes, para que façam uma decisão individual, escolhendo as
seis pessoas de sua preferência. Organizar, a seguir, subgrupos de 5
pessoas. Para realizar a decisão grupal, procurando-se alcançar um
consenso. Forma-se novamente o grupo maior, para que cada subgrupo
possa relatar o resultado da decisão grupal. Segue-se um debate sobre a
experiência vivida.
Abrigo subterrâneoImaginem que nossa cidade está sob ameaça de um
bombardeio. Aproxima-se um homem e lhes solicita uma decisão
imediata. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis
pessoas. Há doze pessoas interessadas a entrar no abrigo. Faça sua
escolha, destacando seis somente.- Um violinista, com 40 anos de idade,
narcótico viciado;- Um advogado, com 25 anos de idade;- A mulher do
advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicômio.
Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo, ou fora dele;- Um sacerdote,
com a idade de setenta e cinco anos;- Uma prostituta, com 34 anos de
idade;- Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;-
Uma universitária que fez voto de castidade;- Um físico, com 28 anos de
idade, que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma;-
Um declamador fanático, com 21 anos de idade;- Uma menina com 12
anos e baixo Q.I.;- Um homossexual, com 47 anos de idade;- Um débil
mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos

20- A tempestade mental

Objetivos: gerar grande número de idéias ou soluções acerca de um
problema, evitando-se críticas e avaliações, até o momento oportuno;
processar os resultados de uma sessão de tempestade mental;Tamanho:
6 pessoas;Tempo: 1 hora;Material: papel, caneta, cartolina;Descrição: o
coordenador inicia dando um exemplo prático:1. O coordenador forma
subgrupos de aproximadamente seis pessoas. Cada subgrupo escolherá
um secretário que anotará tudo;2. Formados os subgrupos, o
coordenador dirá as regras do exercício: não haverá crítica durante todo
exercício, acerca do que for dito; quanto mais extremada a idéia, tanto
melhor, deseja-se o maior número de idéias.1ª fase:- O coordenador
apresenta o problema a ser resolvido. Por exemplo: um navio naufragou,
e um dos sobrevivente nadou até alcançar uma ilha deserta. Como
poderá salvar-se: o grupo terá 15 minutos para dar idéias.2ª fase:-
Terminado, o coordenador avisa que terminou o tempo e que a crítica é
proibida. Inicia-se a avaliação das idéias e a escolha das melhores.3ª
fase:- No caso de haver mais subgrupos, o animador pede que seja
organizada uma lista única das melhores idéias.4ª fase:- Forma-se o
plenário. Processa-se a leitura das melhores idéias, e procura-se formar
uma pirâmide cuja base serão as idéias mais válidas.

19- Teste de resistência à pressão social

Objetivo: criar na pessoa a capacidade, o equilíbrio e a maturidade
suficientes para aceitar críticas, superar impasses, pessimismos,
desânimos, censuras sociais e outras.Tamanho: 30 pessoasTempo: 40
minutosDescrição: este exercício é muito válido, sendo aplicado depois
que o grupo já atingiu um determinado grau de solidariedade e
conhecimento mútuo, e sendo por todos aceito. Para sua realização:-
Dois ou três participantes, voluntários ou escolhidos pelo grupo, um de
cada vez implacavelmente vai a passarela em frente de cada participante
e diz-lhe tudo o que lhe parece saber, os aspectos positivos, negativos e
reticências;- Havendo tempo e interesse, é ótimo que todos o façam,
constituindo, assim, tantas "fotos" de cada indivíduo, quantos forem os
participantes;- Este exercício permite, entre outras, a seguinte variação:
o coordenador poderá pedir que cada participante aponte os aspectos
positivos, negativos e reticências do seu colega sentado à direita.